BIOGRAFIA DOS UFÓLOGOS BRASILEIROS

Saturday, April 08, 2006

HERNÁN EMMANUEL NEVES MOSTAJO

Gaúcho, especialista em exobiologia construiu por sua conta e risco um museu sobre ETs e discos voadores. A casa está localizada em Itaara, a 320 quilômetros de Porto Alegre. Abriga uma coleção de vídeos, esculturas, revistas e fotografias dos supostos alienígenas e seus estranhos meios de transporte. O investimento é de R$ 200 mil, incluindo-se os honorários de um escultor que está moldando 30 bustos e dois manequins de ETs. O primeiro boneco já está pronto. Inspira-se na imagem atribuída ao famoso alienígena que, segundo a lenda, foi autopsiado em Roswell, Novo México. Mostajo, presidente da Associação Brasileira de Pesquisas Ufológicas, quer transformar o museu num parque temático. A idéia é conseguir patrocínio e construir uma torre de observação, dotada de telescópios, para procurar discos voadores. Esta iniciativa que integra o projeto The Search for Extraterrestrial Intelligence, da Nasa (agência espacial dos EUA). O Museu Internacional de Ufologia Victor Mostajo, que tem o cantor e compositor nordestino Zé Ramalho como padrinho.Associação Brasileira de Pesquisas Ufológicas (ABPU)Endereço: Rua Andradas 1675/06, 97010-300 Santa Maria (RS)Presidente: Hernán MostajoCEP: 97010-300 Fone: (55) 222-7669 / 223-6215 / 9984-1788 (Santa Maria - RS)
HULVIO BRANT ALEIXO (In Memoriam)

Nasceu em 5 de setembro de 1926 na cidade de Belo Horizonte -MG, onde faleceu em 23 de junho de 2006. Fez curso de piloto combatente pela FAB em 1948, oficial da Reserva da FAB. Graduou-se como psicólogo em 1967 pela Universidade Federal de Minas Gerais, professor da Faculdade Municipal de Ciências Econômicas de Belo Horizonte. Fundou e foi presidente, e encabeçou como psicólogo e professor universitário no ano de 1954, o Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI) grupo pioneiro na América Latina. No Brasil o pioneirismo coube ao Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não-Identificados (CICOANI). As ufologias militar e civil proliferaram por todo o planeta, porem com raríssimos momentos de trabalho conjunto. A primeira, mais antiga, melhor aparelhada e mais organizada, especialmente nos países desenvolvidos, costuma desdobrar-se secreta e hermeticamente, não permitindo o acesso de estudiosos civis, exceto em ocasiões muito particulares. A segunda, carente de recursos de toda ordem (financeiros, humanos, técnicos, metodológicos etc.) desde o seu surgimento, tem padecido em função de máculas causadas por um grande contingente de pesquisadores despreparados. Em seus esporádicos confrontos com a secreta ufologia militar, foi alvo de muitas estratégias de desinformação e de grandes distorções geradas por embusteiros e mistificadores. Foi colaborador da Revista Ufológica da Associação Mineira de Pesquisas Ufológicas (AMPEU) em Dezembro de 1987 com 46 páginas, um marco na ufologia brasileira.
Obras: Aleixo, Hulvio Brant. 1969. Humanoids Encountered at La Baleia. Flying Saucer Review. Pt. 1, 14(6): 8-11, 20. Pt. 2, 15(1): 12-14.
Aleixo, Hulvio Brant. 1973. Abduction at Bebedouro. Flying Saucer Review 19(6): 6-14.
Aleixo, Hulvio Brant. 1975. Bebedouro II: The Little Men Return for the Soldier. Flying Saucer Review 21(3&4): 32-35. Aleixo, Hulvio Brant. 1985. UFOs, Jinns and Poltergeistry at Joaquim Murtinho. Flying Saucer Review 30(6): 17-19. Fonte: Livro Branco dos Discos Voadores de Guilherme Pereira e Walter Karl Bühler e pesquisa na internet.

IRENE MAZLOUM GRANCHI (In memoriam)

Nasceu na Alemanha em 26 de novembro de 1913. Teve formação inglesa, estudou e morou em Milão e logo depois de casar-se com Marco Granchi, veio para o Brasil. Naturalizada brasileira, ufóloga de prestígio internacional, foi presidente-fundadora do C.I.S.N.E, com sede no Rio de Janeiro. Estava no quintal de sua casa quando viu um ovni na cidade de Vassouras-Rio de Janeiro, com a forma de uma “tampa de panela”. Este fato despertou o interesse de Irene pela ufologia. Teve outro avistamento quando visitava um amigo, no bairro do Leblon. Retornava para sua casa, esperando um ônibus por volta das 21:15h no dia 17 de agosto de 1968. Poliglota e professora de inglês, escreveu diversos artigos e relata alguns avistamentos de UFOS que ela verificou pessoalmente e que considera importantes. Foi redatora-chefe da revista UFO-OVNI Documento. É autora do livro UFOS e abduções no Brasil. Faleceu
em 12 de dezembro de 2010, no Rio de Janeiro, aos 97 anos.

JAIME LAUDA VEIGA

Nascido na Espanha em 1942 , teve seu interesse voltado para os Discos Voadores em meados de 1964. A partir desta data acompanhou a evolução da temática. Conferencista desde 1979, ministrou inúmeras palestras de cunho científico em várias universidades, colégios, participando de simpósios, congressos, por diversas capitais. Vive no Brasil desde 1965, tendo se especializado no enfoque sociológico do fenômeno UFO. Escritor ativo, publicou dezenas de artigos sobre ufologia em muitas revistas no Brasil e exterior, entre as quais: Planeta, PSI-UFO e Cuarta Dimension. É autor do livro “Ufologia O Despertar de Uma Nova Consciência. Os Discos Voadores constituem na atualidade, um fenômeno de interesse sociológico inigualável na história da humanidade. Nesta obra, o autor examina dois inquietantes mistérios que têm desafiado a ciência : o enigma dos objetos voadores não identificados e a fascinação que os mesmos provocam na consciência humana. Em linguagem sóbria, tenta esclarecer e ampliar o significado desta recente e apaixonante disciplina chamada ufologia. O rigor e a seriedade da análise dos fatos, fazem deste livro um precioso legado que, certamente, enriquecerá a inteligência do leitor e o transportará a um mundo novo repleto de indagações, respostas e conclusões. Foi correspondente da ONIFE (Organización de Fenómenos Nacional Investigativa Espaciales), além do G-PAZ (Grupo de Pesquisas Aerospaciais Zenith-Bahia), ICCS (Irmandade Cósmica Cruz do Sul)-Alegrete) e PARC (Posto Avançado de Relações Cósmicas-Esteio)
Foto Mario Rangel
JAMIL VILA NOVA

Jamil Vila Nova é desenhista profissional, atualmente está trabalhando em agência de publicidade onde atua nas áreas de criação e design. Jamil faz parte do quadro da diretoria do INFA. Como nosso ilustrador oficial, a Revista UFO também recebe uma farta colaboração deste nosso grande amigo e excelente pesquisador. Jamil Vila Nova começou na ufologia bem cedo, tinha 5 anos de idade, quando avistou um ser que trajava roupa metálica. Este fato insólito deu-se na praia de Boiçucanga, litoral norte de São Paulo. Teve a oportunidade de ver e fotografar ufos em Iporanga, Aparecida do Norte. Traz sempre consigo sua máquina fotográfica. Conhece bem astronomia, pois é astrônomo amador. Contribuiu com várias ilustrações sobre o famoso Caso Varginha (Janeiro de 1996).
Foto Mário Rangel
JEFFERSON MARTINHO

Jornalista e editor da revista eletrônica VIGÍLIA, (http://www.vigilia.com.br/), um dos grandes meios de divulgação ufológica na Internet. Jeferson Martinho é seu criador e um dos grandes nomes da ufologia e também pioneiro neste tipo de divulgação ufológica, atua também como conferencista. Participou de evento ufológico na cidade de Campinas. Em Curitiba, na lista dos novos palestrantes estava também a Revista Vigília, através de seu editor, Jeferson Martinho.
JONAS MARCELO AUGUSTO COELHO E JOÃO OLIVEIRA

JONAS MARCELO AUGUSTO COELHO

Nasceu em 8 de Novembro de 1966 em São Paulo, Capital.
É Protético Dentário, Artista Plástico, auto-didata em Astronomia ( Astrônomo Amador ), Psicologia Social, Fenômenos Atmosféricos, Parapsicologia, Ufólogo e pesquisador de TCI ( Trans Comunicação Instrumental ).
Professor de escultura e desenho ( onde a maioria de seus trabalhos, são voltados para o tema Ufológico ) , também é ilustrador de livros e Desenhista Técnico.
Tendo passado pela Pan-Americana de Artes- ABRA ( Academia Brasileira de Artes )- Museu Lasar Segall- Sérgio Tastaldi- SENAC ( Prótese Dentária )- Mens Sana ( Hipnose e graduado no Método Silva de Controle Mental ), onde aprofundou seus conhecimentos à ampliar e enriquecer seus processos de clarividência e níveis de regressão, favorecedores de perdão, autoconhecimento e realização espiritual.
Se interessa pelo tema Ufológico dez de criança, onde teve experiências marcantes em sua infância.
Sua carreira na Ufologia começou em 1982, é o fundador de um centro que se chama " CICNEFAE " ( Centro de Investigação Cientifica Nacional de Estudos dos Fenômenos Aéreo-Espaciais ).
É membro do grupo " GEONI " ( Grupo de Estudos de Objetos Não Identificados ), onde teve participação em diversos casos de avistamentos e pesquisas esclarecedoras ao grupo, onde todo ultimo domingo do mês, a partir das 16 horas, realizam reuniões Ufológicas na sede principal, que fica na Vila Mariana- SP- cep : 04127-110, Rua Eva Block, n-14.
Ajudou a levantar o "Observatório Ufoastronômico " GEONI "- Rua Fagundes Varela s/n- lote 7- quadra 13- Estância Oriental- Bairro da Cachoeirinha- Ibiúna- Estado de São Paulo- SP.
Em 1986 fazendo pesquisas em Minas Gerais, teve seu primeiro avistamento de sondas Ufológicas ( C I- 0 ).
Em 1988 fazendo pesquisas sobre os potenciais da mente humana ( onde conseguia mover objetos de isopor, fio de cabelo e chama de vela, com o poder da mente ),
teve o prazer de conseguir atrair uma sonda ufológica na janela de seu quarto, em São Paulo, Santo Amaro ( CI-0 ).
1989 em Minas Gerais, através de intuição e precognição, encontrou três ninhadas onde as analisou e investigou o caso ( C I- 2 ).
Sempre fazendo trabalhos investigativos, avistando diversos aparelhos de natureza desconhecida, também em 1989, incentivado pelas experiências bem sucedidas, conseguiu novamente que um OVNI ( disco voador )
aparecesse a mais ou menos 100 metros de distancia ( C I- 1 ), onde acredita ter atraído o aparelho através da telepatia.
Entrevistou inúmeras pessoas, onde realizou diversos trabalhos investigativos.
Viajou para diversos estados, onde procurou fazer trabalhos de campo.
2002 participou do evento de Águas da Prata, onde palestrou sobre o presidente do grupo GEONI ( o falecido Marco Antonio R. Silva ).
Em 2003, nas regiões do Sul de Minas Gerais, procurou fazer investigações de Ufos em dias chuvosos.
2005 promoveu um evento na câmara dos Vereadores da cidade de Alfenas, Sul de Minas.
Fez reportagens em TV e jornais, pesquisa UFO`s usando a capacidade de comunicação telepática, na maioria dos casos investigados por ele, teve sucesso em avistamentos ufológicos.
Sua maior paixão é a pesquisa de campo.
Acredita que materiais fotoráficos, vídeográficos, testemunhas e vestígios físicos deixados por UFO`s e seus tripulantes, são a maior prova da existência dos visitantes de outros planetas, onde em seu segundo livro ( não publicado ), onde chama-se " Vestígios Físicos dos Homens do Espaço ", explana a questão.
" A idéia de que CONSCIÊNCIA E VIDA são um todo que contém o Universo tem outro lado realmente surpreendente.
Assim como cada parte de um holograma contém a imagem do todo, cada parte do Universo contém o TODO.
Portanto, se aprendemos a entrar em harmonia com a realidade, poderemos descobrir a Galáxia de Andrômeda na unha do nosso polegar esquerdo... todo o passado e as informações para o futuro estão contidos em cada pequena região do espaço e do tempo.
Cada célula do nosso corpo contém todo o Cosmos... "
Michael Talbot.
Jonas Marcelo A. Coelho
jmacoelho@terra.com.br
Grupo GEONI e
CICNEFAE
centralcicnefae@terra.com.br



JOÃO OLIVEIRA
JOSÉ JÚLIO DE LEMOS RODRIGUES (In memoriam)

Nasceu na cidade de Campanha/MG em 4 de julho de 1922. Funcionário da Secretaria da Fazenda do Estado, chegou ao cargo de Exator Chefe. Músico, compositor e arranjador, era violinista no estilo clássico. Como hipnólogo ministrou cursos para médicos e odontólogos. Aprendeu essa técnica com o famoso psicanalista e autor Karl Weissmann. Fundador do extinto CEVAPPA Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas. Conduziu aplicações hipnóticas durante investigações de fenômenos ufológicos, dentre eles o caso de abdução de Geraldo Simão Bichara. José Júlio faleceu em 8 de fevereiro de 1996. Citado, com foto, no livro "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", 2001, de Mário Rangel. Pai do ufólogo Dr. Ubirajara Franco Rodrigues.







JOSÉ ESTEVÃO DE MORAIS LIMA

José Estevão de Morais Lima – Pesquisador do fenômeno Ufo a mais de 18 anos, sendo que em 1996 criou e ainda hoje preside a Aspet - Associação de Pesquisas Extraterrestres – entidade civil sem fins lucrativos destinada ao estudo e pesquisa dos fenômenos ufológicos sediada em Belo Horizonte – MG.
Natural de Passa Tempo – MG, terra do Ufólogo Antônio Faleiro, iniciou sua pesquisa seguindo os passos do Mestre, tendo juntamente com este, já realizado centenas de vigílias ufológicas em sua cidade e região. Realizou também, juntamente com Faleiro no ano de 2000 o “I Encontro Ufológico de Passa Tempo” e em 2001 o “ II Encontro Ufológicos de Passa Tempo”. Já se apresentou em inúmeros programas de televisão e rádio, sendo em destaque o Programa G. Total da TV Gazeta – Minas, onde numa série de programas consecutivos apresentou o fenômeno ufológico ao vivo com a interação do público através de perguntas por telefone. Já escreveu matérias sobre ufologia em diversas revistas. Participou de vários congressos ufológicos como palestrante, sendo o principal o “I Ufominas”, ocorrido em 2004 na cidade de Varginha - MG
Em janeiro de 2006 realizou como editor convidado a revista Ufo Especial N. 40 – dedicada ao tema Ufoarqueologia. Foi um dos idealizadores na cidade Mineira de Passa Tempo da sala de Ufologia “Antônio Faleiro”, dentro da casa de Cultura e Museu Histórico desta cidade.
Atualmente tem se especializado no tema Ufoarqueologia, tema principal de suas palestras, e sobre o qual está produzindo um CD Room e escrevendo um livro intitulado: “A Presença Extraterrestre em Nosso Passado e em Nossa História”.

José Estevão de Morais Lima
Av. Artur Bernardes N. 58 / 304
Bairro: São Bento – BH – MG
Cep: 30350.310
Email:
aspet@uol.com.br
Site:
http://sites.uol.com.br/aspet
Tel: 0XX31- 32975192

JOSÉ GERALDO CHAVES
(Pepe Chaves)

É natural de Itaúna-MG, nascido em 16/10/1964. Desde sua infância mostrou tendências para a prática das artes, dentre elas a literatura. Passou grande parte de sua infância criando jornaizinhos e revistinhas manuais, onde desenhava também as tirinhas. Artista plástico e gráfico, desenhista, músico, compositor e escritor, Pepe Chaves é editor e redator do jornal Via Fanzine em Itaúna, desde sua fundação. No final dos anos 80 foi integrante e co-fundador do grupo musical Elfos, quando trabalhou como técnico em gravação e sonorização.Em abril de 1994 fundou o jornal Via Fanzine, juntamente com o artista gráfico e músico Adilson Rodrigues Nogueira, com a proposta de se criar um canal de difusão e incentivo exclusivo às artes e à cultura itaunense. Em 1997 publicou seu primeiro livro “O Menino dos Horizontes”, um conto infanto-juvenil de teor ecológico. Em 1998 organizou e produziu a “1ª Coletânea da Música Itaunense”, coletânea musical reunindo vários músicos e bandas locais em Compact Disk (CD). Em 1999 produziu mais uma CD coletânea com músicos locais intitulado “O que é que Itaúna tem?”. Como escritor, assinou diversos artigos e crônicas em jornais e revistas locais e publicou em 2000, o informativo “Ufomania”, especializado em estudos ufológicos. Em 2001 produziu outro CD coletânea reunindo músicos itaunenses, intitulado “Acordes do Centenário”, patrocinado pela Universidade de Itaúna. Ainda neste ano, foi agraciado pela Prefeitura Municipal de Itaúna com o troféu “A Arte Agradece”, em reconhecimento ao incentivo que seu trabalho propiciou às artes locais. Promoveu, organizou e participou, ao lado de seu filho Ícaro Chaves, em 2001, da “1ª Mostra de Artes Gráficas de Itaúna”, exposição de trabalhos gráficos na Galeria Ahmés de Paula Machado, no Espaço Cultural de Itaúna. Em 2002 publicou seu segundo livro “Fama Real”, obra de ficção baseada na lenda homônima itaunense e em dados históricos de Sant’Ana do São João Acima, antiga Itaúna, destacado em matéria da revista “Sexto Sentido”, nº 51. Em 2004, lançou seu terceiro livro “Memórias de uma rua”, resgatando memórias que abordam a época em que foi residente da rua Godofredo Gonçalves, no centro de Itaúna. Como artista plástico participou de várias mostras individuais e coletivas em Itaúna. Pintou série a óleo, intitulada “Paisagens de Naqüata”, retratando paisagens interplanetárias. Um dos quadros desta série se encontra em exposição constante no Museu Municipal “Francisco Manoel Franco”, em Itaúna.Pepe Chaves não é filiado a nenhum partido político. É fundador da entidade ambientalista “Anjos da Natureza”; fundador do Grupo de Estudos Ufológicos de Itaúna (GEÚNA), colaborador da revista UFO, editou em 200o o informativo UFOMANIA. Se interessa por ufologia desde 1969, quando aos 5 anos presenciou a passagem de ufo constatado por milhares de mineiros de várias cidades. Integrou a “Comissão do Centenário”, junta oficial que organizou as comemorações dos 100 anos de emancipação político-administrativa do município de Itaúna, em setembro de 2001. É webmaster e editor dos portais http://www.viafanzine.yan.com.br/ e www.viafanzine.yan.com.br/ufovia.htm

JOSÉ LUIS LANHOSO MARTINS FILHO

É engenheiro civil e empresário. Nasceu em São Paulo em 1953 e vive, atualmente, em Belém do Pará, onde exerce suas atividades empresariais e dirige o Núcleo de Expansão da Consciência, entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo acompanhar desenvolver pessoas que possam por experiências de contatos com seres extraterrestres. Estamos sozinhos no universo? Será que nascemos por obra do acaso ou existe uma finalidade maior para estarmos aqui neste exato momento? Com a humanidade se preparando para enfrentar o terceiro milênio, através de seu livro Conexão Cósmica, nos faz um cuidadoso relato sobre sua trajetória de encontros com seres extraterrestres, que teve início em 1989, e de seu processo de conscientização da existência de um plano superior de reintegração do ser humano com o cosmo, o qual deu um significado especial á sua vida neste planeta. O livro conta, de uma forma envolvente, as diversas “coincidências”que permeiam sua vida, suas reações aos primeiros contatos e, principalmente, as viagens em naves, feitas em estado alterado de consciência.

JOSÉ RICARDO QUINTELLA DUTRA

FILIAÇÃO: Derly José do Prado Dutra e Maria Arthemizia Quintella Dutra NASC: 31/07/1967 - na cidade de Três Rios, RJ LOCAL ONDE RESIDE: Barbacena, MG (desde os meus seis meses de idade) PROFISSÃO: Administrador de Empresas EST. CIVIL: Solteiro GRUPO: GEUB (Grupo de Estudos Ufológicos de Barbacena) no qual sou presidente. ENDEREÇO: Rua Silva Jardim, 519 - Bairro Boa Morte CEP.: 36201 - 004 - Barbacena - MG TEL.: (0xx32) 9983 - 1552 ; Está na ufologia desde os 12 anos, quando teve seu primeiro avistamento na cidade onde reside. Depois disso, começou a fazer vigílias e pesquisas de campo por toda a Zona da Mata Mineira e tendo catalogados muitos casos, dentre eles, alguns filmados ( de dia e de noite ). Fundou o GEUB em 1993. Participou de vários congressos, em BH, Passa Tempo, Rio de Janeiro, São Paulo, Varginha (UFOMINAS), dentre outros.

JOSÉ VICTOR SOARES (In memoriam)

Natural dos Açores, diretor da Irmandade Cósmica da Cruz do Sul (ICCS) de Gravataí, RS, fundada no dia 20 de agosto de 1967, sendo portando uma das mais antigas do país. Casado com Éster e tem como filho Marcos. É responsável por mais de 600 investigações de campo que realizou, mais de 100 publicações de suas pesquisas.
Alguns casos foram estudados pelo pioneiro ufólogo José Victor Soares, que há mais de 40 anos fundou a Irmandade Cósmica Cruz do Sul (ICCS). Ele agrupou diversos relatos e fotos provenientes de mais de 70 países. “Estudo discos voadores desde 1943, quando ainda não se falava nesse assunto abertamente”, lembra o ufólogo. Victor conta que um dos casos que mais o impressionou na casuística de Porto Alegre ocorreu com um militar da Força Aérea Brasileira (FAB). Era um dia chuvoso e o rapaz voltava para sua casa de moto quando, de repente, percebeu um raio de luz branca proveniente do céu em sua direção. Em poucos instantes, sentiu seu corpo adormecer e perdeu a consciência. Ao acordar, algumas horas depois, estava na cidade de Novo Hamburgo dirigindo sua moto, sem se lembrar do que ocorrera naquele ínterim. Faleceu em Gravataí-RS em 10 de Dezembro de 2010.
JULIO CESAR ACOSTA NAVARRO DR.



Médico, pesquisador científico, escritor, ufólogo. Tem especialidade em Cardiologia Clínica e obteve um Doutorado (PhD) em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2002) e um segundo Doutorado (PhD) em Integração de América Latina pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (2011).

Professor convidado em eventos internacionais como: OPS/OMS (Impacto da Proteção Patentaria sobre Acesso de Medicamentos, Brasilia, Brasil, 2004); "Instituto de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular de La Habana" (Vegetarianismo na América Latina, La Habana, Cuba, 2007); "University of Loma Linda" (5th Internatinal Congress on Vegetarian Nutrition, Loma Linda, California, Estados Unidos); e World Intellectual Property Organization (WIPO), Summer School on Intellectual Property, São Paulo, Brasil, 2010. Atualmente é Reviewer das revistas: The American Journal of Cardiology, CLINICS, Journal of Public Health and Epidemiology e International Research Journal of Agricultural Science.

Interessado em aspectos científico-sociais e políticos, escreveu o livro “El Sindrome del Capitalismo: Pronóstico reservado. Vitko Novi, el Tomás Moro de nuestros tiempos” (Lima, 2009)   na área da Exopolítica e dos Contatos Imediatos do Quinto Grau (“contatados”), lançado no Brasil no distinguido Memorial de América Latina, na presença de diversas personalidades incluído alguns diplomatas.

No seu penúltimo livro “Vegetarianismo e Ciência. Um olhar medico sobre a alimentação sem carne”  (Alaúde, São Paulo, 2010) apresenta forte evidencia cientifica acerca da influencia da nutrição onívora na gênese das mais devastadoras doenças crônicas que azotam à humanidade e do valor da alimentação vegetariana na prevenção e tratamento das mesmas, assim como sua influencia nos processos biológicos como o envelhecimento, a herança genética e a própria evolução do homem desde os tempos pré-históricos. No seu último livro “Direito de patente vs. Direito à vida” (Juruá, Curitiba, 2012) analisa a questão do conflito entre os direitos de propriedade intelectual e a saúde pública no contexto do Acordo TRIPS e a epidemia do AIDS.

Como ufólogo, palestrou em eventos ufológicos e concedeu entrevistas aos meios de comunicação em cidades como México, Argentina, Lima e diversas cidades no Brasil. Teve a oportunidade de pesquisar diversos casos de Contatos Imediatos do Quinto Grau nesses países e na área de Neoarqueologia, pesquisou o caso das “Piedras gravadas de Ica” (acerca da civilização que construiu as pistas de Nazca). Atualmente lidera em São Paulo o Grupo de Estudo e Pesquisa dos Contatos Imediatos de Quinto Grau, que tem doze pesquisadores ativos.


JÚLIO CÉSAR GOUDARD
Foto cortesia Mario Rangel

Nascido em Curitiba, Paraná, Brasil, em 24 de Dezembro de 1976. Graduou-se em Administração de Empresas no ano 2000 na Faculdade Paranaense de administração. Pós-graduado em Marketing e Negócios Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER-IBPEX). Atualmente trabalha como gerente administrativo de uma Indústria Metalúrgica em São José dos Pinhais. Atleta amador de Triatlhon e Duatlhon. Interessou-se por ufologia em 1994, desde quando começou a realizar pesquisas, nos estados do Paraná e Santa Catarina. Devido a seus serviços prestados em prol da ufologia, em 1999 foi convidado por Carlos Alberto Machado a ingressar no CIPEX (Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica) e em 2001 tornou-se Vice-Presidente. Também se interessa por pesquisas do insólito. É consultor da revista UFO, onde já publicou artigo. Atualmente vem desenvolvendo trabalhos inéditos na linha de marketing ufológico, obtendo nota conceito A na monografia de Pós graduação com o tema "A Temática Extraterrestre como Instrumento de Marketing". Também está escrevendo um livro sobre Ufos e Mistérios no Sul do Brasil.

LAÉRCIO BENEDITO DA FONSECA

É professor, físico e especializado em astrofísica. Acaba de concluir seu mais recente livro sobre ufologia: FÍSICA QUÂNTICA E UFOLOGIA. Essa obra contém uma análise extremamente científica do fenômeno ufo e das manifestações dos seres extraterrestres em nosso planeta.
Utilizando as mais modernas teorias científicas da atualidade o professor desenvolve modelos, capaz de explicar com clareza esses fenômenos, bem como a presença extraterrestre em nosso planeta. Temos a certeza que esse livro curso trará para todos uma nova vertente de pesquisa e estudo bem como levando esses assuntos, pela primeira vez, a um status científico dessa natureza.
O professor Laércio pretende demonstrar quantitativamente todas essas questões e abrir um campo, pela primeira vez, de se discutir ufologia dentro de parâmetros altamente técnicos e dentro de modelos científicos aceitáveis a toda ciência atual. Queremos inaugurar, com isso, uma nova fase da ufologia mundial que está sendo batizada de NOVA UFOLOGIA. Essa Nova Ufologia está fundamentada em uma corrente científica nos meios da física denominada NOVA FÍSICA. A Nova Física é uma vertente dentro da física atual que leva em consideração a consciência como parte integrante das teorias físicas, ou seja, é imprescindível que a vida, a consciência integre daqui para frente qualquer modelo científico para explicar qualquer fenômeno no universo.

LAURA ELIAS

Formada em Economia com vários anos de atuação na área de comércio exterior,e consultoria técnica na área de importações industriais.Tradutora técnica e acadêmica do idioma inglês.
No campo da Ufologia é pesquisadora independente há 30 anos, sendo que há 10 anos dedica-se à pesquisa dos aspectos antropológicos e sócio-culturais do Fenômeno UFO.
Palestrante, colaboradora em alguns sites de Ufologia e consultora da Revista UFO.
LEONARDO ALBUQUERQUE MALTA

Nasceu em Aquidauana no dia 08 de julho de 1979. Seu interesse por Ufologia começou em dezembro de 95, após ler a revista Ufo n.º 41, participar de uma reunião do GEUB (Grupo de Estudos Ufológicos de Barbacena-MG), quando estava de férias na cidade mineira e hospedado na casa do primo Marcelo Orempuller que era presidente do grupo na época.
Em 24 de setembro de 1996, fundou o GUM (Grupo Ufológico de Miranda). Desde esta data até o ano de 2000, procurou juntar materiais, conversar com pessoas do meio (dos quais os vizinhos: A.J. Gevaerd e Lúcio V. Barbosa e ufólogos mineiros) e estudar o fenômeno antes de realizar suas pesquisas, entre outras tarefas, nas quais abrir os olhos das pessoas para o fenômeno. Em 2001, o grupo GUM, participa da 1º FECIR (Feira Ecológica e Cultural da Cidade de Miranda-MS), esclarecendo para a população local as características do fenômeno, as fraudes, as pesquisas e a história da Ufologia.
No Arquivo do GUM já existem casos registrados e alguns fatos interessantes que preenchem o acervo deste grupo.
Hoje, juntamente com os 5 integrantes do grupo, realiza pesquisas em Miranda e região, fazendo vigílias no pantanal; contata os colegas ufólogos através de e-mails e telefonemas; e ajuda na luta da campanha “Ufos: Liberdade de informação já”. É registrado no CBPDV, IC nº 002618.
Atualmente se encontra em Campo Grande-MS, no telefone (67) 8112 8339 ou (67) 326 0493.
E-mail: leogum@zipmail.com.br e x_ufoman@hotmail.com

LEONARDO RIZZO PIPOLO

LUCIANO STANCKA E SILVA

CREMESP 54.718 Nasceu em 27/01/1958 em São Paulo. ufólogo desde 1973 iniciei como membro da APEX representante do grupo cisne da d.Irene Granchi em São Paulo membro da diretoria do infa fui pesquisador de campo especialista na área comportamental médico formado pela unesp, universidade estadual paulista psicanalista e psicoterapeuta formado pela faculdade de ciências biopsiquicas e sociais são paulo homeopata membro da associação paulista de homeopatia acupunturista com prática clínica há vinte anos,tendo participado de grupos de controle da dor professor e conferencista nas áreas de parapsicologia, efeitos dos campos eletromagnéticos hipnose,controle mental,participando de vários congressos nacionais e internacionais pesquisador e conferencista na área da aura humana e fotografia kirlian e ufologia.estudioso e pesquisador da área de ufologia, e parapsicologia tendo apresentado trabalhos em congressos nacionais e internacionais participação em vários programas de televisão, globo, record,bandeirantes,manchete,cultura, falando de vários assuntos na área médica , parapsicologica e ufológica colaborador de revistas e jornais nestas áreas tendo artigos publicados planeta, psi-ufo, parapsicologia, vida, visão etc... assessor parlamentar do deputado estadual Milton Vieira.
Fonte: texto enviado pelo autor

LÚCIO JORGE PINA MANFREDI

Profissão: autor-roteirista - São Paulo, SP Assuntos: psicologia analítica, psicanálise lacaniana, filosofia, literatura, cinema, quadrinhos, artes plásticas, alquimia, sonhos, ficção científica, budismo, teatro, televisão. Escritor e roteirista da Rede Globo, autor do livro e O Ventre do Dragão, ainda inédito, do estudioso Lúcio Manfredi. Foi articulista da Revista Realismo Fantástico editada pelo NPU de Rafael Cury. Artigo “Os OVNI Invisíveis”. Começou cedo na Ufologia, em 1983 com apenas 13 anos de idade, foi sensação no Congresso de Brasília. Descoberto pelo CEEX-SP, foi convidado por Paulo Kronemberger, para figurar na lista dos oradores do II Ciufo. O tema desenvolvido por Lúcio “Ufos e Gigantes na Guerra da Atlântida”. Foi convidado por J. Silvestre para participar do seu programa, na TV Bandeirantes. Deixou de pesquisar ufologia há mais de dez anos. Após o grande sucesso com roteirista da série Global "A casa das sete mulheres”,Lúcio volta agora com um novo sucesso...Ele é o escritor da nova série da Globo "Um só coração". Os óvnis de Dali, vale a pena ler, está na internet http://luciojpm.sites.uol.com.br/metaxy.html
· O Simulacro, de Lúcio Manfredi: Uma leitura gnóstica da cultura de massa. · O Boitatá com Olhos de Césio, de Lúcio Manfredi: Coletânea de artigos sobre literatura e ficção científica publicados em fanzines, revistas e sites nos últimos dez anos. · A Mulher-Mônada, de Lúcio Manfredi: Um estudo sobre a essência feminina do real à luz do gnosticismo, da psicanálise e da mitologia. · Os OVNI de Dalí, de Lúcio Manfredi: O que a arte tem a dizer sobre os discos voadores. Fonte: Internet e Revista Planeta 130A pg. 30
LUIS AUGUSTO SANDE RAMOS

Luis Augusto Sande Ramos nasceu em Salvador (BA), em 20 de Março de 1965. Na década de 70, Luis teve a oportunidade de avistar um UFO junto com sua mãe na cidade de Dias D´Ávila (BA). Logo depois pôde conhecer os ufólogos Paulo Fernandes (fundador do Centro de Estudos Exobiológicos Asthar Sheran – CEEAS) e Alberto Romero do extinto Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ) que o convidou a participar de algumas reuniões. Em 1991, reencontrou o CEEAS aonde permaneceu participando de suas atividades por cerca de 8 anos. Luis participou de diversos congressos promovidos pelo grupo, ocasiões em que conheceu o ufólogo Profº Emanuel Paranhos, passando então a freqüentar as reuniões da extinta Sociedade de Estudos Ufológicos de Lauro de Freitas (SEULF). Envolvido com Ufologia, Luis pôde participar de diversas investigações junto aos ufólogos Paranhos, Romero, Valmir, Pedro, Daniel, Osvaldo nas regiões do recôncavo, Chapada Diamantina, Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, São Félix, Conceição do Almeida, Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Maiquinique, Igaporã entre outras localidades da Bahia. Luis atualmente reside em Salvador e pode ser contatado pelos e-mails: luis.om@ig.com.br , lasr.om@bol.com.br ou fogonoceu_om@hotmail.com. Celular: (71) 8142-4384.



LUIZ GONZAGA SCORTECCI DE PAULA

Mineiro natural de Uberaba, onde nasceu aos 18 de outubro de 1950, vem sistematizando ensinamentos, revelações e mensagens de natureza meta-psíquica que, espontaneamente, embora de formação católica, começou a acessar a partir de seus sete anos de idade, quando vivia com os seus pais e avós maternos numa fazenda no município de Dois Córregos, interior do Estado de São Paulo (Brasil). Entre 1965 e 1971, aproximadamente, essas experiências sofreram uma descontinuidade para voltarem, com toda força, a partir de 1972, quando LUIZ GONZAGA já estava cursando universidade, morando na capital paulista, de onde mudou-se em 1973 para residir em Brasília (DF), cidade onde formou-se Arquiteto pela Universidade de Brasília, constituiu família e entrou para o serviço público. Ao todo, veio a trabalhar 15 anos para os governos Federal (CNPU / IPEA - SEPLAN-PR e CNDU / MINTER) e do Distrito Federal (ITADF, ICT/DF, CAUMA e outros), onde chegou a ser Presidente do Instituto de Tecnologia Alternativa e, mais tarde, Superintendente do Instituto de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal. Em 1975 escreveu o "Projeto Alvorada", uma proposta inspirada em seus estudos e que viria depois a se tornar nacionalmente conhecido, especialmente a partir de fins 1979 e início de 1980, quando foi efetivamente tornado público. A proposta previa a implantação de doze "Estações Celestes", núcleos agro-ecológicos auto-determinados, auto-suficientes e auto-subsistentes, planejados para abrigar uma comunidade dedicada a estudos para-científicos em geral e em particular às experiências de contato físico e extra-físico com inteligências espaciais, interplanetárias e hiper-físicas. Por diversas razões, entre as quais o sensacionalismo que a idéia conquistou na mídia, dentre muitas outras dificuldades, o Projeto Alvorada teve suas atividades encerradas em fins de 1984, juntamente com sua base institucional, a CONTATO - Associação Brasileira de Ufologia Avançada, sediada em Brasília (DF). LUIZ GONZAGA, então, volta a concentrar sua dedicação à sistematização de suas canalizações e à difusão de seus conteúdos através de modelos didáticos por ele mesmo desenvolvidos. Viaja por todo o País ensinando e difundindo o que de início foi chamado de "Ufologia Avançada" e depois, sucessivamente, de Ufologia Esotérica, Iniciática, Arcana e, por fim, VIMANOSOFIA, onde situou sua particular forma de abordagem sob a denominação de AMASOFIA.
É Arquiteto e intelectual tendo criado um dos maiores movimentos ligados à Ufologia no Brasil, o Projeto Alvorada, idealizado a partir de recepções mediúnicas que teve. Proferiu conferências em todas as capitais e maiores cidades do país e foi co-editor da revista Ufologia. Arquiteto formado pela Universidade de Brasília , e com passagem pelo Instituto do Planejamento Econômico e Social (IPEA), da Secretaria de Planejamento da Presidência da República e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano, do Ministério do Interior. Luiz Gonzaga Scortecci de Paula. Esse mineiro nascido em Uberaba, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, começou seus contatos com os seres espaciais muito cedo com a idade aproximada de 8 anos. Em 1972, além das imagens que via começou a receber mensagens via mediunidade intuitiva. Após o recebimento de grande quantidade de informações, desenvolveu o Projeto Alvorada em 1979 e a seguir, iniciou a codificação do que ele denomina VIMANOSOFIA (Ufologia Esotérica). Seus trabalhos foram sempre muito bem recebidos pela mídia brasileira, além de artigos em periódicos estrangeiros. Participa ativamente de congressos, simpósios, palestras e ministra cursos por todo o Brasil. É autor de diversos livros como MENSAGEM EXTRATERRESTRE, A HERANÇA DE ELISA sendo seu último livro CONTAGEM REGRESSIVA o tema de sua palestra. O estado de alerta é geral, todos estão sabendo das dificuldades planetárias e precisam se inteirar, para poder tomar suas próprias providências. Scortecci discorreu longamente sobre a situação do Sistema Solar e toda a interdependência de um planeta com o outro. Não estamos sós! O público vibrou com tudo o que foi dito neste dia 7 de fevereiro de 1999. Se você não conseguiu comparecer não tem importância, no próximo dia 27 de junho, teremos outro encontro, com a presença de vários palestrantes para que todos possam estar se conscientizando do momento único que nosso planeta atravessa e que se repetirá somente daqui há 25.000 anos!

LUIZ MÁRCIO MOURÃO MARTINS

Data de Nascimento 7/2/1937 Natural de São Paulo – Capital
Experiência Profissional
Membro Fundador e orientador do “PROJETO EVOLUÇÃO” - O CONHECIMENTO DA VIDA, uma reengenharia da consciência. Centro de reengenharia humana aplicada - cursos de motivação empresarial Diretor do Studio de Danças Orientais “Nandhara Kaaran” Psicoterapeuta na área da holística – Terapia do III Milênio Membro integrante da ordem Rosacruz – Amorc (grande loja do Brasil) Membro integrante da ordem civil e militar dos cavaleiros do templo - Templários Fundador e orientador do Centro paulista de pesquisas exobiológicas e ensinamentos cósmicos “CEPPEC” Conferencista e palestrista nas áreas da exobiologia e no desenvolvimento conscencial.

LUIZ PETRY

Quando cheguei à redação do programa Fantástico na tarde de 30 de janeiro de 1996, encontrei uma mensagem na tela do computador: a pesquisadora Irene Granchi, a maior especialista brasileira do Fenômeno UFO, telefonara para informar o aparecimento de duas estranhas criaturas na cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais.

Na área de Ufologia, dona Irene representa aquilo que os jornalistas chamam de fonte quente. Bem informada, dinâmica, investigadora experiente, ela por diversas vezes me colocara na trilha de boas reportagens. Isso sem falar do encanto pessoal. Quando eu precisava de uma orientação, uma sugestão de entrevistado, um comentário sobre algum novo caso relacionado aos chamados discos voadores, a primeira idéia que me ocorria era ligar para dona Irene. E foi a primeira coisa que fiz naquela tarde, depois de ler a mensagem na tela.

A história que ela me contou era extraordinária: três moças tinham visto um ser bizarro. Outra criatura semelhante, capturada por militares, teria passado por um hospital da cidade. O caso fora abafado pelas autoridades. O relato tinha todos os contornos das teorias conspiratórias que inspiram filmes como os da série Arquivo X.

Mas dona Irene apostou: “Quem me passou a história foi o advogado Ubirajara Rodrigues. Ligue para ele com urgência. Ubirajara é um pesquisador muito sério. Confio nele”.
Eu lembrava de ter visto Ubirajara numa edição especial do Globo Repórter, exibida em setembro de 1993. Naquele programa, ele apresentou o chamado Caso Baependi; a fascinante experiência vivida em 1979 pelo fazendeiro Arlindo Gabriel dos Santos, que durante uma caçada assistiu ao pouso de quatro objetos voadores, viu tripulantes humanóides e, ainda segundo seu relato, viajou numa dessas naves. O grupo de ufólogos comandado por Ubirajara examinou o local do incidente e encontrou o embornal de Arlindo misteriosamente coberto por caracteres indecifráveis. Ubirajara teve o cuidado de confeccionar um molde em gesso de uma das marcas do pouso daquela que seria a nave maior.

A impressão que guardei dele, ao ver aquela reportagem, foi a de um investigador meticuloso, articulado e lúcido. Mais tarde, ao conhecê-lo e acompanhá-lo na pesquisa do que consagrou-se como Caso Varginha, aquela impressão se confirmaria. Liguei para Ubirajara logo depois de conversar com Irene Granchi. Em poucos minutos, ele relatou as descobertas que fizera sobre o avistamento e a captura das duas criaturas aparentemente extraterrenas. Combinamos um encontro em Varginha. Na manhã seguinte, bem cedo, peguei a estrada com uma equipe de reportagem do Fantástico.

Não poderia saber, mas eu estava prestes a presenciar o desenrolar de uma história que viria a ser conhecida no mundo inteiro. E que, até hoje, por vezes me tira algumas horas de sono; eu estive lá. Vi. E ouvi o necessário para me convencer da magnitude daqueles acontecimentos. Em Varginha, Ubirajara me levou à casa de Liliane e Valquíria. Onze dias depois do fato, elas ainda se mostravam muito impressionadas. Repetiam toda a história, com riqueza de detalhes, sem cair em qualquer contradição.

Era evidente que não estavam mentindo. Elas viram aquela criatura agachada perto de um muro, registraram com precisão os olhos grandes, vermelhos, as protuberâncias na cabeça, o corpo de um marrom escuro, a pela lustrosa, “como se estivesse coberta de graxa”. Kátia, a terceira testemunha, chegou minutos depois. Sugeri que fôssemos todos ao local do avistamento para gravar as entrevistas. Liliane se recusava a voltar àquele lugar. Chorou, ficou nitidamente assustada, mas foi convencida pela mãe, dona Luíza, que insistiu: “Minha filha, você tem que superar isso”.

Chegamos ao terreno no Jardim Andere onde o fato se deu e filmamos os depoimentos das três. Elas contaram a mesma história, sempre idêntica, inclusive nos detalhes que não tinham sido percebidos, como o nariz, ou a boca da estranha criatura. Estas eram coisas que elas não tiveram tempo de registrar no intervalo de poucos segundos entre o momento em que puseram os olhos naquele monstro e a fuga, em desespero.

Àquela altura eu já estava contaminado pelo Caso Varginha. Depois viriam outros testemunhos. Médicos e funcionários dos hospitais por onde ao menos uma das criaturas teria passado relatavam estranhas movimentações por aqueles dias. Moradores da cidade afirmavam ter visto caminhões militares passando pelas ruas. Controladores de vôo diziam que a região fora visitada por objetos aéreos não identificados; e isso era corroborado por testemunhas, várias delas.
Lembro-me de um médico, que não quis se identificar para as câmeras do Fantástico, declarar ter visto, enquanto dirigia numa estrada, “uma estrutura imensa, metálica, com luzes vermelhas, brancas e amarelas”.

Questionado sobre a natureza do que viu, o médico completou, sem hesitar: “Eu vi uma nave. Posso afirmar isso, era uma nave”.
Apareceram informações seguras de que essa movimentação anormal no espaço aéreo estava sendo cuidadosamente monitorada por radares. Soube-se também que, antes do caso estourar nos jornais, a Escola de Sargento das Armas (EsSA) ─ a unidade militar mais próxima a Varginha, na vizinha cidade de Três Corações, para onde uma das criaturas teria sido levada ; fazia varreduras noturnas com holofotes, como se procurasse algo no céu. Um informante garantiu ter visto destroços metálicos na carroceria de um caminhão, estacionado dentro da tal escola, sugerindo que alguma coisa muito estranha (uma nave acidentada, como em Roswell?) fora recolhida numa operação sigilosa.

E o que diziam as autoridades sobre tudo isso? Negavam, naturalmente! Às vezes, com argumentos contraditórios. O comando da EsSA atribuiu a grande movimentação do dia 20 de janeiro à cerimônia de recepção dos novos calouros daquela unidade militar. A alegação seria perfeita, exceto por um detalhe: a tal recepção ocorreu uma semana depois, no dia 26 de janeiro!

Essa não foi a única contradição do Caso Varginha. Houve muitas outras, a confundir uma história quase mitológica, mas evito aqui roubar do leitor o prazer de descobri-las no minucioso relato que tem agora em mãos. O leitor vai desvendar nestas páginas muitos elementos aparentemente bizarros: a misteriosa morte de um agente policial envolvido na captura de um dos seres. O piloto de ultraleve que conta ter visto soldados do Exército recolhendo destroços metálicos num terreno perto da estrada que liga Varginha a Três Corações.

Vai ler o relato de uma dona de casa que afirma ter observado uma criatura semelhante àquela descrita por Kátia, Valquíria e Liliane. A autoridade civil que incentiva os pesquisadores a prosseguir, porque “o caso aconteceu mesmo”, como alegam seus porta-vozes. O casal que observou uma nave, segundo eles, “do tamanho de um micro-ônibus”, movendo-se lentamente a baixa altitude, expelindo uma espécie de fumaça, “como se estivesse em dificuldades”.

Conheci muitos dos personagens que aparecem nesta obra. Mas minha experiência mais espantosa, seguramente, foi ouvir aqueles que, a meu ver, são os personagens maiores do Caso Varginha: os militares que afirmam ter participado da captura e posterior transferência das criaturas daquela cidade por determinadas instalações militares. Muitos questionaram os investigadores deste caso por não admitir o silêncio em torno da identidade dessas testemunhas. Levantaram-se dúvidas até mesmo sobre a existência delas. O que eu posso afirmar é que elas existem, sim. Apresentaram-nos suas credenciais e só aceitaram contar o que sabiam desde que seu anonimato fosse preservado. Manter o sigilo de uma fonte, nesses casos, é uma lei para qualquer investigador decente.

As testemunhas militares do Caso Varginha confiaram nos pesquisadores e correram riscos ao detalhar a seqüência dos fatos; citando inclusive os nomes dos oficiais que teriam comandado as operações e ordenado o sigilo em torno destas. Nada tinham a ganhar com essa atitude. Prestaram suas declarações unicamente por acreditar que um fato de tamanha importância não deveria ser ocultado da opinião pública. Estive diante de duas dessas testemunhas e assisti ao depoimento gravado em vídeo de uma terceira. As informações são detalhadas, se completam, se encaixam perfeitamente na cronologia estabelecida por Ubirajara e por outros pesquisadores que a ele se uniram depois que o caso estourou.

O Caso Varginha, apesar do esforço empregado até agora em sua elucidação, está longe de ser um caso perfeito, concluído. Onde estão as fotos das supostas criaturas? Não existiriam vídeos? Seria possível acobertar com tanta eficácia um acontecimento que teria envolvido um tão grande número de pessoas? É possível dar crédito a tamanho absurdo? Onde estão as provas?

Bom, meu caro leitor, se você me permite, deixo uma sugestão: leia as linhas que se seguem, experimente a aventura que autor viveu, acompanhe de forma imparcial o fluxo dos acontecimentos que se sucederam em Varginha. Depois responda: se fosse você o investigador, abandonaria esse caso?
Para mim, como jornalista, a oportunidade de ter acompanhado as investigações de Ubirajara Franco Rodrigues; que hoje considero um amigo leal e fraterno ; foi uma lição de honestidade e competência. Este livro revela que ele soube apurar, pesar e confrontar as informações, dando-lhes o valor exato, sem cair no erro de divulgar versões como fatos consumados, muito freqüente na pesquisa ufológica.

A rigor, ele nem mesmo afirma categoricamente que os acontecimentos de Varginha tenham origem ufológica, por mais indícios que tenha encontrado disso. Ubirajara, com sólida formação acadêmica e possuidor (como bom advogado que é) de um raciocínio lógico, ordenado, afiado, nos concede finalmente o relato definitivo daquilo que, até o presente momento, pode ser conhecido a respeito de um caso que correu o mundo e que ainda pode apresentar desdobramentos de alcance inimaginável.

Quando estive pela primeira vez em Varginha, assisti, na emissora coligada à Rede Globo no sul de Minas Gerais, a EPTV, a uma entrevista em que o autor dizia, textualmente, o seguinte: “Nós não vamos abandonar o caso. Todas as informações são bem-vindas”. Se eu conheço Ubirajara, ele não vai parar por aqui.
Luiz Petry é jornalista e editor do Programa Fantástico da Rede Globo.

LUIS RICARDO GEDDO

Nasceu em 10 de janeiro de 1956 em São Paulo. É economista e tem um programa de rádio “Fenômeno UFO”: Uma janela para o cosmos transmitido pela Rede Boa Nova de Rádio, (1450 AM) todos os sábados às 14:00 h. O programa apresenta entrevistas e atende aos ouvintes que participam, fazendo perguntas sobre o fenômeno UFO e sobre Espiritismo. O apresentador também recebe fotos com negativo para análise. Luiz Ricardo pesquisa esses fenômenos há 34 anos. Seu interesse começou quando ele teve uma série de avistamentos na segunda metade dos anos 60, no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, presenciou a materialização e desmaterialização de uma nave de forma cilíndrica. Sua avó também testemunhou este fato. Conversando com professores de Ciências, ele não obteve resposta para suas dúvidas. Chegou a ver “luzes que faziam manobras no céu a grande altura e altíssima velocidade”. Acabou descobrindo um livro do seu avô chamado “Os Discos Voadores”, que explica em parte aquilo que ele havia visto. E a partir daí começou a se interessar mais, a procurar outras obras, tornando-se hoje um pesquisador.

BIOGRAFIA ESPECIAL
LULI OSWALD -
In memoriam
Por Mário N. Rangel

Luli Oswald é o nome artístico da pianista de renome internacional e abduzida Margarida Henriqueta Marquesini que enquanto casada se chamou Margarida Henriqueta Marquesini Teixeira de Freitas. Aos dois anos e meio de idade começou a tocar piano e aos três já tocava bem. Teve 7 filhos e faleceu de infarto agudo do miocárdio em Saquarema/RJ em 2 de janeiro de 2005. Consta nas páginas 222 e 223 do livro “Rubinstein – A life”, de Harvey Sacs, que foi filha do romance proibido do famoso pianista plebeu judeu polonês Arthur Rubinstein (1887-1982) com a nobre italiana Paola Medici (loira?), princesa de Viggiano, e que foi entregue recém nascida provavelmente em 1924 ao amigo do pai, o maestro e compositor brasileiro Henrique Oswald (1852-1931), biografado nas principais enciclopédias brasileiras, o que não ocorreu até agora em relação à Luli. Museus da Imagem e do Som e o Arquivo Público do Estado de São Paulo também não têm documentação sobre ela. Espera-se que a Wikipédia brevemente a biografe. Luli foi criada por Edoardo Marchesini e sua mulher Maria Oswald Marchesini (Mimma), filha do compositor, que estão na árvore genealógica parcial da família em www.oswald.com.br, onde Luli não consta.

Luli estudou piano no Brasil, França, Inglaterra, Hungria, Polônia e Estados Unidos e foi aluna, entre outros, de seu pai Arthur Rubinstein e Madalena Tagliaferro. Foi jurada de concursos de piano várias vezes no Brasil e Japão. Foi solista de piano e tocou em concertos com orquestras de 1960 a 1994 no Brasil, Argentina, EUA, Hungria, Ilhas Canárias, Alemanha e México. Após o assassinato do presidente Kennedy adotou nos EUA o nome artístico de Luli de Freitas, já que o sobrenome Oswald passou a ser antipatizado por causa de Lee Oswald, acusado pelo crime. Assim se apresentou, por exemplo, em 13/4/1966, na Universidade do Texas. Em 1991 tocou no Brasil o Concerto de Mozart para 3 Pianos, ao lado de Nelson Freire, 1º piano, e André Carrara, 3º piano. Quem quiser por e-mail o extenso curriculo completo e cópia da certidão de óbito pode pedir para mario.rangel@terra.com.br.

LULI E A UFOLOGIA

Em 15 de outubro de 1979 um universitário amigo da família precisou ir do Rio de Janeiro a Saquarema (92 quilômetros) à noite buscar documentos que havia esquecido na casa de filha da Luli e ela, que tinha 54 anos, aproveitou para ir junto. Estranhamente ele errou a estrada e foi por uma de terra. No caminho viram osnis/ovnis saindo do mar. Ficaram pouco tempo em Saquarema e, na volta, FX (ou FG) que aparece com idades de 18 a 25 anos em diferentes textos, errou novamente o caminho e voltaram a aparecer os objetos voadores quando estavam perto de Ponta Negra, provocando efeitos raros no carro. Quando Luli e FX pararam para tomar um café, constataram que estavam com amnésia (missing time) de cerca de 2 horas. Em 9 de janeiro de 1980 Luli foi hipnotizada em Niteroi pelo professor de medicina Dr. Sílvio (Pereira do) Lago (1909-1998), um dos primeiros hipnólogos em ufologia do Brasil e do mundo, com a presença da ufóloga e autora Irene Masloum Granchi (n.1913) e do Ufólogo Brasileiro Honorário, jornalista e autor dos EUA Bob Pratt. Retirado o “missing time” se revelou uma dupla abdução. Luli e FX foram levados com o carro para dentro de uma enorme nave mãe e examinados a bordo por seres parecidos a ratos, com pés como os de patos, com pele entre os dedos. O nome do FX foi revelado por http://www.waterufo.net/item.php?id=275

Metade dessa história foi contada por Irene Granchi na revista OVNI Documento nº 8 e complementada na revista Planeta 98, de novembro de 1980 com 5 páginas A4 ilustradas. O falecido Bob Pratt publicou o caso em seu site e em http://www.mufon.com/bob_pratt/luli.html , com ilustrações e a transcrição da hipnose. O caso foi também publicado, com foto, em “Não Existem Discos Voadores”, 1986, de Max Sussol. Anos depois Luli, durante uma palestra sobre ufologia, se assustou muito ao ver projeção de desenhos representando os seres que a abduziram, pois ficou com Transtorno do Estresse Pós Traumático (ver http://www.terra.com.br/istoegente/203/saude/). Há um depoimento de Luli Oswald a Irene Granchi sobre sua abdução ao final do áudio: http://www.youtube.com/watch?v=ihQRjhSX0qc

Como os osnis/ovnis sairam do mar e voaram muito perto dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont e de bases da Marinha, devem ter sido registrados pelos radares. Como essas abduções completarão 30 anos em 2009, é de se esperar que o governo confirme a invasão de nossos espaços aéreo e marítimo naquele local, data e hora, como manda a lei 11.111/2005, cujo cumprimento é de responsabilidade da CAAIS – Comissão para Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, coordenada pela Casa Civil com a participação dos Ministros da Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Segurança Institucional, o advogado geral da União e o secretário especial dos Direitos Humanos. Qualquer cidadão pode requerer liberação de informações.

Vários países já revelaram a autenticidade dos ovnis, como a França, Itália, Reino Unido, Dinamarca e Canadá, e colocaram documentação e informações pormenorizadas na Internet. Vários outros já revelaram ocorrências ufológicas, como o Irã, Perú, Chile, Uruguai, México, Bélgica. A presença frequente de ovnis pilotados na Terra já não é segredo militar internacional. O Brasil “deu um jeitinho”, fez um “faz de conta”, e revelou pouquíssimos fatos que já eram bem conhecidos.

"Há interpretação de Luli ao piano em
está mesclada com álbum de fotos da familia dela."


MANOEL GILSON MITOSO
MÁRCIO VICENTE TEIXEIRA
MARCO ANTONIO PETIT DE CASTRO
Foto Mario Rangel

Marco Antonio Petit de Castro nasceu em 27 de maio de 1957. Começou a pesquisar profundamente o Fenômeno UFO a partir de 1975, apesar de seu interesse pelos discos voadores vir desde sua infância. Ingressou no grupo da pesquisadora Irene Granchi e seu grupo de pesquisas até fundar o seu próprio grupo. No ano de 1979 é premiado no Primeiro Encontro Nacional de Teses Ufológicas, no Rio de Janeiro, ao apresentar um trabalho em que relacionava os discos voadores à origem da Humanidade. Em abril de 1981 funda a Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU), que tem como objetivo dar prioridade e ênfase à séria pesquisa de campo, sendo os fatos investigados e analisados \"in loco\". Em maio de 1982 o autor abandona sua carreira como analista de sistemas para iniciar, juntamente a outros membros da AFEU, incursões à região da Serra da Beleza (RJ) - área de grande incidência ufológica. Petit é uma das poucas figuras nacionais inteiramente dedicadas à pesquisa e divulgação da Ufologia.Em suas investidas, o autor realiza mais de 550 vigílias noturnas na região, inclusive com contatos visuais com UFOs. Petit publica, em 1990, Os Discos Voadores e a Origem da Humanidade, em que apresenta de maneira exímia e detalhada o resultado de suas investigações na Serra. O livro mostra também uma bem fundamentada teoria sobre a origem extraterrestre dos humanos. Considerado um dos mais importantes expoentes da Ufologia Brasileira, Petit é autor de dezenas de artigos em revistas especializadas no assunto. Como co-editor da Revista UFO e diretor estadual da Mutual UFO Network (MUFON), o presidente da AFEU é um dos mais requisitados nomes para proferir palestras sobre o Fenômeno UFO.
Presidente do Grupo ELO Presidente da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos Premiado no I Encontro Nacional de Teses Ufológicas Conferencista do II Congresso Internacional de Ufologia. Foi colaborador da revista “Planeta”. Proferiu mais de 200 conferências e participou de mais de 20 programas de televisão nos últimos anos defendendo a realidade do fenômento ufológico.

MARCO TÚLIO NASCIMENTO CHAGAS

MARCOS MALVEZZI LEAL

Paulistano, nascido em 29 de abril de 1961, é professor e tradutor autônomo. Aos 13 anos passou a se interessar por ufologia, tema que o envolve até hoje. Com o passar dos anos, foi pesquisando e estudando também outros temas relacionados, direta ou indiretamente, à presença de seres extraterrestres na Terra, tais como a ufo-arqueologia, parapsicologia, imortalidade física e estudo de religiões. Traduziu para a UFO o livro de Roger K. Leir, “Implantes Alienígenas”. É coordenador de traduções da Revista UFO. Seu primeiro livro, publicado na Inglaterra em 1997 - God of Beauty, obra de ficção ainda sem tradução no Brasil - alcançou grande sucesso na Europa. Marcos vive com sua família em São Paulo, trabalha e estuda em casa, onde encontra oportunidade para aprofundar-se em suas pesquisas dos temas que mais o fascinam: a transcendência do ser humano e seu vínculo com dimensões diversas da realidade.
MARCOS RODRIGUES SILVA (In memoriam)
Foto Cortesia Mario Rangel

Ufólogo nasceu em 11 de julho de 1959, faleceu em 12 de Fevereiro de 2002, foi Presidente do (GEONI) Grupo de Estudos de Objetos não Identificados. Marcão como era conhecido, tinha espírito apaziguador. Bibliotecário, Museólogo e Guia de Turismo Ecológico.Participou ativamente de inúmeros simpósios de ufologia quer como palestrante quer como Coordenador de Eventos.